A Novela de Adrienne Myrtes no Gabinete Português de Leitura

Publicado em 02 December 2013

A novela de Adrienne Myrtes

A escritora pernambucana,  radicada em São Paulo,  Adrienne Myrtes, lança na próxima terça (03), às 19 horas, no Gabinete Português de Leitura, Rua do Imperador, 290, Santo Antônio, Recife Antigo, a novela "uma história de amor para Maria Tereza e Guilherme" (Terracota Editora, 2013). Seguem dados sobre ela e o livro:

Mini Bio

Adrienne Myrtes nasceu no Recife/Pernambuco e vive em São Paulo desde 2001. É também artista plástica. Participou das antologias: Os Cem Menores Contos Brasileiros do Século (Ateliê Editorial, 2004), 35 Segredos para Chegar a Lugar Nenhum - Literatura de Baixo-Ajuda (Bertrand Brasil, 2007) e Assim Você me Mata (Terracota, 2012), entre outras. Publicou: A Mulher e o Cavalo e Outros Contos (Alaúde e EraOdito, 2006), o romance Eis o Mundo de Fora (Ateliê Editorial, 2011) e a novela "uma história de amor para Maria Tereza e Guilherme" (Terracota Editora, 2013). A autora teve ainda seu trabalho citado no livro Ficção em Pernambuco - Breve História, de Pedro Américo de Farias e Cristiano Aguiar (Grupo Páes, 2013), livro que trata da ficção pernambucana desde 1847, data do primeiro romance até 2011

"uma história de amor para Maria Tereza e Guilherme" (Terracota Editora, 2013).

Lançado no dia 09/11 no espaço da própria editora Terracota. Relançado na Balada Literária. Com bons retornos de leitores e críticos.

Uma história de amor para Maria Tereza e Guilherme

É uma novela contada a partir de micro narrativas e desenhos, cujo texto dialoga de forma direta com as imagens. Trata-se de uma certa quebra na maneira formal de contar a história. As imagens não funcionam para ilustrar e em alguns momentos desconstróem o que está sendo narrado.

Na história temos um casal em crise por dificuldade de se comunicar. Maria Tereza abandona Guilherme, vai morar em uma ilha mas joga, no mar, garrafas com mensagens tentando estabelecer contato.

"Minha ideia quando pensei nessa história foi pensar a respeito da fragilidade na comunicação humana; no fato de que grande parte de nossos problemas reside nos riscos e ruídos de comunicação, porque sempre falamos de nossas experiências e o outro ouve a partir das experiências próprias e isso já garante um bom desvio. Outra questão emerge desse redemoinho que é a ilusão que a internet criou de uma comunicação sem fronteiras, a qual, penso eu, ainda não elaboramos de maneira ampla, se é que vamos fazer isso em algum momento, porque a comunicação não se dá apenas a partir das palavras e, na net perdemos os gestos, o tom de voz etc. Mesmo assim considero essas tentativas feito fossem 'garrafas lançadas ao mar', quer sejam texto e mensagens virtuais ou mesmo livros impressos", conta Adrienne.


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